EXPOSIÇÕES ANTERIORES

26 ABR | Translucidos Percursos por Vera Orsini

TRANSLÚCIDOS PERCURSOS

O ATAL 609 | lugar de investigações artísticas tem a alegria de receber a exposição Translúcidos Percursos da artista Vera Orsini, sob a curadoria de Andrés Hernandéz.
Com abertura em 14 de Março, a artista apresentará seus trabalhos e práticas com Vidro e alguns desdobramentos junto à outras mídias e materiais- como o vídeo, o desenho e a fotografia em encontro com resinas, madeira e flores.

ABERTURA | 14 DE MARÇO as 19hrs

VISITAÇÃO | até 26 DE ABRIL
de qua.a.sex das 15h as 19h

 

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20 FEV | Feminismos em Performances por Aline Salmin Juliana Bom-Tempo

Feminismos e Performances se caracterizam pelos pluralismos dos modos de estar no mundo. Não admitem discursos que generalizem, que identifiquem, que se fechem em algum modelo ou postura. Há um convite à construção de pontos de contato que criem re-existências inseparáveis na vida.
É assim a proposição da 3ª edição da Mostra de trabalhos artísticos ligados à Performance Arte que tenham o Feminismo como tema.
Uma busca por interfaces politico-estéticas voltadas às
sensibilidades como afirmação da vida, dos encontros e dos percursos femininos que atravessam simultaneamente distintas idades, contextos e conexões.

As duas últimas mostras aconteceram em Uberlândia/MG e a terceira será acolhida em Campinas/SP no AT AL 609

dias 20 e 21 de fevereiro às 19:30.
Os trabalhos apresentados serão: a dobra,o dentro (2018) – Aline Salmin e Juliana Bom-Tempo; BORRA (2017) – Aline Salmin e MAMA’ (2018) – Juliana Bom-Tempo.

As Artistas:
Aline Salmin
Artista, pesquisadora, produtora cultural, etc.
Bacharel em Dança pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
Mestranda em Artes Cênicas – Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas
(PPGAC/UFU).

Juliana Bom-Tempo
Performer em processo.
Professora do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas e da Graduação
Bacharelado em Dança da Universidade Federal de Uberlândia (IARTE/UFU).

23 DEZ | Variações do pé vermelho por Mathias Reis

Variações do pé vermelho é uma experiência com a terra vermelha, um entrelaçamento entre técnicas, linguagens e pensamentos na pesquisa artística. Usada como um meio, outros elementos são sobrepostos, cruzados e relacionados a sua materialidade para um recorte poético da uma trama de relações na vida contemporânea industrial com o ambiente. A exposição abre em 13.12.2018 as 19hrs no ATAL609-lugar de investigações artísticas. Atividade gratuita.

Artista:
Mathias Reis é artista visual, mestre em ‘Linguagens, Mídia e Arte’ e graduado em Artes Visuais pela PUC-Campinas, onde também trabalha com a expografia e recorte curatorial do Museu Universitário (Arqueologia e Etnologia). Sua pesquisa poética envolve processos de criação entre arte e interferência ambiental. Realizou sua primeira mostra individual Exsicata em 2015. Desde então, organiza o Atelier Contágio que relaciona ações e trabalhos artísticos a práticas coletivas na eco-lógica de espaços diversos com exposições itinerantes.
Mais sobre o artista em:
www.mathiasreis.com
www.ateliercontagio.com

17 NOV | The Balancing Hope por Olga Dziubak (Polônia)

A artista visual Polonesa Olga Dziubak está em residência artística no ATAL 609 desenvolvendo seu projeto “The Balancing Hope” (Esperança Equilibrista) durante o mês de Novembro. Enquanto atividades abertas ao público, temos uma chamada para colaboração em um dos trabalhos da artista (sáb 17) e um dia de abertura dos processos (sex 23), no qual a artista fará uma breve apresentação de sua poética e trabalhos expostos e também uma performance.

Olga Dziubak (Polônia,1991) é artista visual, vive e trabalha entre Belfast (Irlanda do Norte) e Varsóvia (Polônia). Sua prática artística inclui pintura, performance, multimídia e ativismo, explorando problemáticas políticas e os impactos dessas questões em experiências individuais. Entre os grupos simbólicos, tem interesse pelos elementos: Camuflagem, militarismo, gestos físicos e emocionais, vergonha, transgressão. Frequentemente, usa arquivos visuais históricos para extrair fatos e idéias os relacionando às questões contemporâneas. Atualmente, como linha de pesquisa, a artista pesquisa o contexto sócio-político do feminismo e da teoria queer e a cor Roxo/púrpura como representação histórica dessas manifestações. É formada em Arte Multimídia pela Academia de Artes de Szczecin e Pintura pela Universidade de Belas Artes de Poznan. Trabalhou na Golden Thread Gallery, em Belfast, e é membro do coletivo Bbeyond Belfast.

mais sobre a artista em:
https://olgadziubak.tumblr.com/

CHAMADA ABERTA | Aos interessados em participar da atividade no dia 17, favor caminhar um email para lugardeinvestigacoes@gmail.com

ABERTURA | 23.11 | 19h

no ATAL 609 | lugar de investigações artísticas
Rua Antônio Lapa, 609- Cambuí Campinas-SP

*This residency is supported by Arts Council of Northern Ireland
Essa residência é financiada pelo Conselho de Artes da Irlanda do Norte